
Hospital da Luz Clínica aumenta autonomia nos cuidados de saúde
Hospital da Luz Clínica da Figueira da Foz, equipamento ontem inaugurado, vai «fazer toda a diferença» na oferta na área da saúde na cidade. E é também mais um passo no reforço da atratividade e competitividade da Figueira.
Situada num novo edifício que orgulha os responsáveis do universo Luz Saúde, à Rua Rancho das Cantarinhas, a nova unidade surge porque a anterior clínica não correspondia aos padrões de qualidade da rede «e aqui há uma nova oferta», referiu Pedro Beja Afonso na cerimónia de inauguração. Para o administrador das unidades do Hospital da Luz na Região Centro, «todos ficam a ganhar», desde a Luz Saúde, com um estrutura excecional, aos colaboradores, com condições de trabalho excecionais, mas também os clientes e a Figueira da Foz, que passa a dispor de uma clínica com uma «grande diversidade» de cuidados, «correspondendo ao que a cidade merece».
Pedro Beja Afonso assinalou a oferta de uma unidade de radiologia completa, com o primeiro equipamento de ressonância magnética a ser instalado na Figueira, ou a possibilidade de as pessoas fazerem ali colheitas de análises clínicas, ou ainda a disponibilidade de consultas não programadas. Acresce, no breve resumo da unidade, a sala para pequenas cirurgias, que pode «fazer a diferença no dia a dia das pessoas», sustentou.
O corpo clínico está a ser alargado, revelou, ao notar que quem entra na clínica está, de facto, a entrar «numa rede de saúde ampla», que cobre todo o país. No caso, a unidade de saúde da Figueira tem como referência o Hospital Luz Coimbra, com «oferta robusta e complementar».
Isabel Vaz, presidente do Conselho de Administração da Luz Saúde, reforçou as palavras de Pedro Beja Afonso, porque «quem entra no grupo está a entrar num ecossistema», que garante a totalidade do que pode precisar, disse, ao sublinhar também a boa articulação com o Serviço Nacional de Saúde. «A população pode contar connosco», referiu, ao aludir também à excelência dos profissionais.
A presidente do grupo, que conheceu Pedro Santana Lopes há 25 anos, quando este era presidente da Câmara de Lisboa e colaborou na abertura da maior unidade do grupo, reconheceu que o autarca percebe que «o setor da saúde é fundamental para a coesão da sociedade portuguesa», e que bons cuidados são bons para a saúde e bons para a economia.
O presidente da Câmara da Figueira começou por destacar as especialidades colocadas à disposição de todas e todos, «num investimento de cerca de 11 milhões de euros» que «não são apenas números», mas sim «uma preocupação de eficácia e de adequação na resposta» às pessoas que ali se dirigem.
Figueira da Foz está apostada em ser cidade de saber, de inovação e investigação
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