
GR Eirense celebra bronze quatro anos mais tarde
Quatro anos depois, o Grupo Recreativo Eirense “regressou” ao pódio da 2.ª Divisão do Nacional de Clubes, ainda que de forma tardia e «por correspondência» numa “estória” que o clube deu a conhecer através das redes sociais e em que foi preciso ter paciência para o bronze devido aparecer mesmo.
No ano de 2021, em Guimarães, a turma de Eiras falhou o 3.º lugar por apenas um ponto, depois de uma das suas atletas ter sofrido uma queda na última barreira dos 400 metros. Um episódio doloroso que parecia ter afastado, de vez, o sonho da medalha.
Meses mais tarde, porém, a verdade viria a ser outra. Clarisse Cruz, atleta do GRECAS, que teve uma prestação decisiva naquela competição, acusou positivo num controlo antidoping. O Grupo Recreativo Eirense apresentou reclamação e a classificação foi alterada, com a equipa a subir ao 3.º posto e a ficar, deste modo, com o respetivo bronze no segundo patamar nacional feminino em termos coletivos.
O reconhecimento oficial, contudo, demorou. Só agora, em 2025, a nova Direção da Federação Portuguesa de Atletismo decidiu entregar o troféu e as medalhas, através da Associação Distrital de Atletismo de Coimbra e, claro, atualizar a tabela oficialmente.
«Quatro anos volvidos. Foi altura de começar a entregar as medalhas», registou o clube nas redes sociais, numa publicação onde lembrou que a «última barreira» afinal era de bronze.










