
Veraneantes da Praia de Mira e a redescoberta da identidade gandaresa
Boas ondas, bom areal, campos de jogos, biblioteca de praia, bares e muito sol são apenas alguns dos bons motivos para escolher a Praia de Mira para passar férias.
Quem o diz é Jade Pereira, uma jovem, filha de emigrantes no Luxemburgo que o Diário de Coimbra encontrou, no momento em que vinha a sair da praia, depois de um mergulho no mar. Altura propícia para dizer que a «praia é fantástica e a água não é assim tão fria como dizem». Jade junta-se à irmã Íris, e enquanto esperam pelos amigos Ricardo Manuel e o Antonie da Silva, também residentes no Luxemburgo, confessa que a «a Praia de Mira é sempre a nossa escolha». Já o amigo Ricardo Manuel, com origens em Vale de Cambra, confessa que «o ambiente é muito agradável e está a gostar muito da experiência, elogiando a variedade de atividades que se podem fazer, como «estar na praia, um banho no mar ou uma partida nos campos de jogos na areia».
Já Mário Duarte, com os seus 72 anos e residente na Mealhada, dá outra visão da praia, recordando os tempos em que vinha de bicicleta para a Praia de Mira, referindo que a evolução é grande, «É outra praia!». Hoje vem com a família e traz os netos, em passeios mais sossegados.
No lado oposto, na recém-inaugurada Praia Fluvial da Barrinha, o Diário de Coimbra falou com Adélia Costa, residente em Coimbra, mas frequentadora da Praia de Mira há mais de 40 anos, que se mostrou muito agradada com o novo espaço da Barrinha. «Está muito agradável, com os relvados, o areal e os chapéus de praia, além da piscina para os miúdos».













