
ULS de Coimbra intervenciona com sucesso coração de 16 bebés e crianças da Guiné-Bissau
Já regressaram a Bissau as 16 bebés e crianças intervencionados ao coração na Unidade Local de Saúde (ULS) de Coimbra, ao abrigo do Protocolo de Saúde existente entre Portugal e a Guiné-Bissau. Chegadas à Guiné-Bissau, estas crianças continuam a ter acompanhamento social e clínico e medicamentos gratuitos.
Os pacientes foram selecionados e acompanhados, ao longo do seu percurso cirúrgico, fruto do protocolo de junta médica assinado entre Portugal e a Guiné-Bissau, que tem como parceiros a AIDA, Ayuda, Intercambio y Desarrollo, a associação portuguesa ANA Associação Acolher Nutrir Amar, o centro pediátrico Renato Grandi, em Bissau, a Embaixada de Portugal na Guiné-Bissau, o Ministério da Saúde guineense, a Direção-Geral da Saúde (DGS) e a ULS de Coimbra.
No seu conjunto, estas instituições trabalham para garantir todo o acompanhamento social e médico. A equipa clínica de Coimbra desenvolve, também, uma regular ação formativa junto dos profissionais de saúde do Renato Grandi. Os médicos portugueses fazem três missões por ano à Guiné-Bissau, onde, no centro Renato Grandi, avaliam e selecionam as crianças a incluir neste programa: os médicos definem as crianças que podem ser tratadas na Guiné-Bissau, com terapêutica médica, e as que precisam de ser transferidas para Coimbra, nomeadamente para cirurgia cardíaca ou cateterismo cardíaco. No voo que levou as crianças de volta a casa viajou também Andreia Palma, cardiologista pediátrica na ULS de Coimbra, que irá integrar mais uma missão, durante uma semana.
Além da Guiné-Bissau, Coimbra recebe também doentes de São Tomé e Príncipe e de Cabo Verde









