
Feira Popular oferece a Coimbra 17 dias de festa
O samba dá o mote para a festa, no próximo dia 27. É o início da Feira Popular, uma organização da União de Freguesias de Santa Clara e Castelo Viegas que se integra no programa das Festas das Cidade. Este ano com um significado particular, pois trata-se de assinalar 75 anos de história. Por isso, não faltam novidades para enriquecer uma feira que «é da cidade e para a cidade», como foi sublinhado na conferência de imprensa de apresentação. Bertília Simão e Catarina Ferreira, juntamente com o presidente da União de Freguesias, José Simão, deram a conhecer o programa da Feira, que se prolonga até dia 13 de julho e representa um investimento de 320 mil euros.
Os Xutos & Pontapés - já se sabia - são a estrela maior da Feira Popular, numa parceria com a Câmara Municipal de Coimbra, que garante o caché da banda, que sobe ao palco no dia 5 de julho. Todavia, nesse mesmo palco vão atuar mais cerca de três dezenas de bandas, a grande maioria «artistas de Coimbra», sublinhou Bertília Simões. Sede Bandida, Eletric Band, David Antunes & Sara Ribeiro, Banda Red, Mau Feitio, Hi-Fi, são alguns exemplos de um elenco artístico pensado para todos os gostos e para todas as idades e que pretende envolver e levar ao palco a arte que se faz na rua, de que as “Batalhas da Rainha” são exemplo, e que regressam depois do êxito no ano passado, na estreia.
Mas a Feira Popular é, também, espaço de tasquinhas, artesanato e, claro, de divertimentos. Coube a Catarina Ferreira apresentar as novidades desta 75.ª edição, basicamente concentradas num pavilhão de jogos, em estreia absoluta na Feira Popular, onde, pela segunda vez no país, vai ser apresentado o “King”, um divertimento radical.
Novidade é, também, a organização do espaço, tendo em conta a logística decorrente do palco montado para o espetáculo dos “Xutos”, bem como a instituição de um copo, que vai substituir o uso de copos descartáveis, e que representa, de acordo com a União de Freguesias, uma fonte de receitas importante, uma vez que a entrada no certame é sempre gratuita. O copo, também produzido por empresas da região, tem um custo de um euro e há zonas próprias, criadas pelas Águas de Coimbra, onde os copos podem ser lavados.
«A Feira Popular é um momento coletivo, de afirmação de Coimbra», afirmou Bertília Simão na sessão, realizada no Recordatório da Rainha Santa, contando com a presença de grande número de artistas que vão subir ao palco e fazer a festa.










