Os que ficam à porta do genocídio em Gaza
Recentemente, cerca de 100 cidadãos portugueses assinaram um documento reivindicando que o governo de Luís Montenegro reconheça o Estado da Palestina, a exemplo de muitos outros países de todo o mundo que já o fizeram.
Estou certo de que muitos outros milhares de portugueses assinariam por baixo esta reivindicação, sendo incompreensível que sucessivos governos do PS e da AD andem há anos a empatar com o argumento de uma posição conjunta da União Europeia.
A cada dia que passa, são dias em que somos confrontados com os assassínios de palestinianos em Gaza, principalmente mulheres e crianças, como funcionários da ONU e de muitas outras organizações de ajuda internacional e assinar uma petição como esta é o mínimo que qualquer cidadão decente pode fazer.
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