
"A nossa SAD tem rostos"
Diário de Coimbra | Há seis anos perdeu a disputa eleitoral que travou. O que o faz pensar que agora pode vencer e tornar-se presidente da Académica/OAF?
Joaquim Reis | Quando eu entro, seja em que eleições for, é para ganhar. E quando entro, seja em que projeto for, é porque acredito nesse projeto e na equipa que tenho comigo. Tenho de saber aceitar democraticamente as decisões dos sócios e, nesse caso, há seis anos optaram pelo projeto do Pedro Roxo. De qualquer forma, vejo as coisas como sendo independentes.
O que mudou nestes seis anos?
Há seis anos a decisão de candidatura foi um bocadinho impulsiva dada a situação de urgência em contrariar aquilo que estava a ser proposto aos sócios. Desta vez é diferente. É evidente que o acompanhamento que eu tenho da Académica como adepto é igual ao de 30 e tal anos, mas, no entanto, procurei manter-me o mais informado possível dentro daquilo que é possível para um adepto que não está dentro dos corpos dirigentes. E o que mudou, claro, foi a situação desportiva, o haver uma série de discussões que se teimam em adiar perante os sócios, nomeadamente a questão do modelo societário e o facto, sobretudo, de eu achar que o modelo SDUQ está esgotado. E, como tal, urge propor uma alternativa.
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