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Rui Sá Frias anuncia candidatura à presidência da Académica/OAF

Vice-presidente da atual Direção quer recolocar a Briosa nos campeonatos profissionais, deseja manter António Barbosa e David Caiado e, para já, a SDUQ é para manter

Rui Sá Frias anunciou hoje ser candidato à liderança da Académica/OAF. O vice-presidente da área financeira e administrativa da atual Direção vai concorrer ao ato eleitoral agendado para 1 de junho, liderando a lista cujo lema é "Seremos de Novo Briosa". E já deu a conhecer os candidatos a comandar os restantes órgãos, nomeadamente Manuel Rebanda (Mesa da Assembleia Geral) e António Pinto Monteiro (Conselho Fiscal). Ricardo Roque é o primeiro subscritor para o Conselho Académico, ao passo que Margarida Mano será a provedora do sócio.

«É com profundo respeito pelo passado, sentido de responsabilidade pelo presente e pela confiança convicta no futuro que apresento a minha candidatura à presidência da Académica/OAF. Temos uma equipa íntegra, composta por sócios notáveis tanto do ponto de vista técnico como humano, oriundos de diversos quadrantes da nossa sociedade. É uma equipa com energia renovada e com vasta experiência nas mais variadas áreas. Estamos todos movidos por um propósito comum: unir forças para resgatar a dignidade, a competitividade e a centralidade da Briosa no futebol nacional. Na Direção teremos profissionais com provas dadas, unidos na mesma paixão: a Académica. Vamos trabalhar com transparência, visão estratégica e um respeito inabalável pela história da Académica», declarou o dirigente que diz que «chegou o tempo de deixar de gerir a sobrevivência, é tempo de construir a excelência».

O candidato defende «uma ligação mais estreita a Coimbra e à Universidade de Coimbra e uma estratégia que una sustentabilidade financeira e ambição desportiva». O caminho está traçado e é assente em seis pilares: reintegrar a Académica na centralidade da cidade; profissionalizar a estrutura com renovação e saber; construir um projeto desportivo, competitivo e coerente; recuperar financeiramente com rigor e visão; revitalizar a marca com presença e pertença; gerir com transparência, ética e participação ativa.

Sobre o modelo societário, Rui Sá Frias defende a SDUQ para o imediato, isto porque entende que «a Académica tem uma marca desvalorizada e é preciso dar robustez financeira, dar competitividade e quando regressar aos campeonatos profissionais ter essa discussão de forma transparente para os sócios decidirem». O vice-presidente, que pretende «mudar a forma de comunicar com os sócios» e que valorizou o trabalho que foi feito nos últimos três anos para «credibilizar a Académica», assumiu como propósito «devolver a Académica aos campeonatos profissionais quanto mais cedo melhor», sendo que «cada época em que não se atingir a subida não pode ser considerada positiva». Manter o treinador António Barbosa e o diretor desportivo David Caiado é o desejo de Rui Sá Frias.

Por fim, o candidato considera «excelente para a Académica haver três candidatos». «Em 2022, não houve nenhuma candidatura, depois a atual Direção apresentou-se com o objetivo de garantir que a Académica ia sobreviver e ter futuro. Agora haver três listas é um sinal de vitalidade da Académica e que agora os sócios sentem que a Académica está melhor do que há 3 anos», rematou.

 

Maio 5, 2025 . 21:56

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