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PSP mantém essência da sua missão: proteger sem exceção

Comando Distrital de Coimbra assinalou o seu 147.º aniversário com sessão solene no CAE, onde se falou na necessidade de se “reconhecer e valorizar o importante papel” da polícia

As comemorações do 147.º aniversário do Comando Distrital da PSP de Coimbra tiveram lugar, ontem, no Centro de Artes e Espetáculos (CAE), na Figueira da Foz. Perante a presença de diversas entidades, a cerimónia serviu não só para assinalar a efeméride, mas também para relembrar a relevância do papel desempenhado pela polícia de segurança pública, sobretudo em situações de crise, como foi o caso do “apagão” da passada segunda-feira.
«Realçamos nesta cerimónia a importância das pontes que criamos entre todos, de forma permanente, na prossecução da missão comum de contribuirmos para uma sociedade mais segura, justa e democrática», afirmou o comandante distrital da PSP. De acordo com o superintendente Sérgio Ferreira Loureiro, desde a criação do Comando, em 1878, «mudaram os regimes, o contexto social, as tecnologias, os meios, as pessoas, mas não mudou a essência da nossa missão: proteger as nossas cidades e transmitir segurança a todos, sem exceção».
O responsável aproveitou a ocasião para dar a conhecer os dados referentes à atividade do Comando Distrital da PSP de Coimbra durante 2024 (ver texto abaixo) e agradecer o trabalho desenvolvido por toda a estrutura de apoio que, na retaguarda, foi primordial para que o trabalho da linha da frente resultasse no «sucesso coletivo» da polícia.
E foi com os olhos postos no futuro, que o superintendente Sérgio Ferreira Loureiro avançou a intenção de continuar a apostar no reforço do policiamento preventivo, reforçar a capacitação técnica e tecnológica das equipas - por via da formação e da modernização dos métodos, técnicas e equipamentos - e aprofundar o compromisso com o apoio às populações e com a melhoria das condições de trabalho e apoio social dos profissionais.
Por sua vez, o superintendente-chefe Luís Miguel Carrilho, diretor nacional da PSP, afirmou que «os polícias são a espinha dorsal da PSP», sublinhando, por isso, a necessidade de se «reconhecer e valorizar o importante papel que têm» na sociedade.
«É uma honra que a Figueira da Foz tem em ser cada vez mais ponto de encontro de diversas entidades e no caso da PSP é uma honra especial», evidenciou Pedro Santana Lopes. O presidente da Câmara da Figueira da Foz relembrou alguns dos acontecimentos do apagão de segunda-feira para manifestar a importância da ação das forças de segurança pública e «tirar lições» daquele dia. Aproveitou ainda a ocasião para se dirigir à ministra da Administração Interna, enquanto cidadão comum, para reconhecer o «sentimento de segurança» que tem para si e para os seus.
Por seu turno, Margarida Blasco disse ter «enorme satisfação e honra» por estar presente nas comemorações do 147.º aniversário do Comando Distrital da PSP de Coimbra. Também a responsável recordou a atuação das forças de segurança pública no dia do “apagão”, em que a «PSP foi essencial», e elogiou «a presença constante e fundamental na vida das pessoas».
Entretanto, a ministra informou que a Administração Interna está a trabalhar para conseguir ter mais recursos com o intuito de «rejuvenescer» a PSP, deixando ainda o seu compromisso de apostar na valorização da polícia para que «continuem a servir com honra e coragem».
Terminadas as intervenções, seguiu-se um momento para imposição de condecorações, que foi encerrado com a entrega de uma oferta institucional da PSP ao Município da Figueira da Foz

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Maio 1, 2025 . 07:15

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