
António Castelo Branco: "Diário de Coimbra é como que um prefácio de tudo o que acontece, no dia-a-dia, nesta terra"
António Castelo Branco nasceu na localidade de Covões, no concelho de Cantanhede, mas cedo veio estudar para Coimbra, onde se licenciou em História. O contacto com o Diário de Coimbra teve início «há cerca de 60 anos», precisamente, quando deixou a sua aldeia e chegou à cidade que o acolheria para a vida.
Desde então, António Castelo Branco manteve «sempre um contacto e uma aproximação muito grande» ao nosso Jornal. «O Diário de Coimbra é, para mim, como que um prefácio de tudo o que acontece, no dia-a-dia, nesta terra», adianta, revelando que, logo pela manhã, dá uma primeira leitura, através da via digital, e, mais tarde, lê a edição impressa, quase sempre no Café Santa Cruz.
A António Castelo Branco interessa-lhe a totalidade do conteúdo do Diário de Coimbra, mas confessa «um especial gosto pela parte cultural».
Ainda há dias, confessa, ficou sensibilizado com a notícia relacionada com a edição de 2025 do Prémio de Jornalismo Adriano Lucas.
Quem lê o Diário de Coimbra, habitualmente, já terá, certamente, encontrado textos de António Castelo Branco na rubrica “Fala o Leitor”. «Sinto-me bem a escrever para vocês. Não o faço com outro intuito que não seja dar a minha opinião, que pode balizar interesses que tenham a ver com Coimbra», refere, lembrando que algumas das crónicas que escreveu deram origem ao livro “Gravetos da Gândara”, editado pela Câmara Municipal de Cantanhede e que deverá avançar para uma segunda edição.
Ao Diário de Coimbra não poupa elogios. «Está bem estruturado», adianta, com a certeza de que, a cada edição, a leitura diária, sentado à mesa do Café Santa Cruz, é dos rituais que faz questão em manter.












