O presidente da Associação Académica de Coimbra (AAC), Carlos Magalhães, considerou hoje um retrocesso para o ensino superior a decisão do Governo de descongelar o valor máximo das propinas a partir do próximo ano letivo.
AAC manifestou a sua oposição à medida anunciada pelo ministro Fernando Alexandre, de descongelar as propinas das licenciaturas, que vão passar de 697 para 710 euros
Movimento junta associações de Coimbra, Lisboa, Porto, das universidades da Madeira, Algarve, Aveiro, Beira Interior, Évora, Minho, Trás-os-Montes e Alto Douro e a Federação Nacional de Associações de Estudantes do Ensino Superior Politécnico
Estudo realizado pela Associação Académica de Coimbra dá conta que os estudantes consideram importante um investimento financeiro e político no ensino superior português
Estudo promovido pela Associação Académica de Coimbra contou com a participação de mais de 1500 estudantes da Universidade de Coimbra que assumiram uma "alarmante preocupação"
Em carta aos estudantes do Ensino Superior, em reação às declarações do ministro da Educação, que admite aumentar o valor das propinas a partir de setembro, a Associação Académica de Coimbra diz que, a avançar, esta medida representará "um profundo retrocesso nas condições de vida dos estudantes, contrariando a evolução do sistema educativo português nos últimos anos".