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Carlos Missel: '125 anos acarreta também uma responsabilidade de elevar cada vez mais o nome das Queima das Fitas' (com vídeo)


Entrevista de Patrícia Isabel Silva | Vídeo e fotografia de Figueiredo Sexta, 26 de Abril de 2024

A cerca de um mês do início da Queima das Fitas, o Diário de Coimbra inicia hoje uma série de entrevistas e reportagens acerca de 125 anos da maior festa académica do país. Iniciamos com a entrevista a Carlos Míssel, coordenador geral da Queima das Fitas, que nos dá conta de como têm sido estes quatro anos na linha da frente da organização e projeta a edição deste ano


Diário de Coimbra - A Queima das Fitas assinala 125 anos de história. Carlos Missel, chegar a esta altura, nestas funções, é também um motivo de orgulho?

Carlos Missel Sim, é um orgulho e, acima de tudo, é uma enorme responsabilidade. É um número muito redondo, 125 anos acarretam também uma responsabilidade de elevar cada vez mais o nome da Queima das Fitas, fazer jus à sua história. Por isso, este ano, temos um enorme desafio. Esta parte das celebrações, os 125 anos, da qual esperamos ter muita adesão a algumas atividades que estamos a pensar desenvolver, porque é um número redondo, é uma festa emblemática da cidade - a maior, no meu ponto de vista e o do ponto de vista de muita gente. E a nível nacional, somos a maior festa académica do país, por isso, é uma enorme responsabilidade, é um desafio para mim e para toda a equipa. Acho que vamos saber cumprir.


Ainda estão algumas novidades por desvendar, mas relativamente à Serenata perguntava-lhe como é que está o processo. Sabemos que está a causar alguma divisão entre os estudantes, o que é que poderá vir a acontecer?

O que neste momento posso avançar é que existem vários procedimentos a acontecer, no que toca à auscultação, processos de decisão. Da parte da comissão organizadora da Queima das Fitas, sempre foi nossa posição que iríamos tentar ao máximo que fosse na Sé Velha, mas que nunca iríamos fazer um evento da Queima das Fitas se não houvesse um parecer de segurança positivo nesse sentido.


Leia entrevista completa na edição de hoje do Diário de Coimbra


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