
ERA: há sete anos a crescer no setor
Focada em conseguir o melhor para o cliente desde a sua génese, a ERA Imobiliária Oliveira do Hospital/Tábua completou ontem sete anos de atividade. A efeméride foi assinalada com um almoço comemorativo que reuniu a equipa das duas lojas, seguindo-se uma tarde de convívio, partilha e estreitamento de laços entre os colaboradores.
É, de resto, esta a forma de trabalho defendida pelo gerente Rui Dias. «Tudo o que fazemos é feito em equipa, de acordo com a vontade de todos e não de apenas uma pessoa», enaltece. Nas duas lojas (o ponto de venda de Tábua abriu em 2021), são 14 as pessoas que diariamente se dedicam à angarição de imóveis para venda ou arrendamento, sobretudo nos concelhos onde a empresa está presente e na região onde está inserida, mas também um pouco por todo o território nacional. «É a vantagem de estarmos inseridos na rede ERA», explica o responsável. Além do profissionalismo da sua equipa e da dedicação ao cliente, o trabalho desta agência imobiliária diferencia-se também pelo facto de dispor do serviço de intermediação de crédito com especial enfoque na habitação (com aposta numa marca própria: “Poupar Ganhar”), estando para o efeito devidamente acreditada pelo Banco de Portugal.
Dos sete anos de existência da ERA Imobiliária Oliveira do Hospital/Tábua, Rui Dias faz um balanço positivo, pelo que, para o futuro, o objetivo é «continuar a crescer e a solidificar a marca na região», vincando a certeza junto dos clientes de que é «um parceiro sério, rigoroso e que oferece algo diferente no cumprimento do sonho de ter uma casa».
Questionado sobre os principais clientes estrangeiros que procuram investir neste território, o gerente refere que os israelitas são os que mais se destacam, seguidos dos holandeses e ingleses.
Necessária regulamentação
Com base nos números que revelam que «15% do PIB nacional resulta do mercado imobiliário», o empresário Rui Dias lamenta que este setor não seja devidamente valorizado e reconhecido na sociedade. «Falta regulamentação», essencial para credibilizar a profissão e não “boicotar” o trabalho de quem reúne todas as competências e condições para abraçar a profissão com todo o rigor. «Este é um assunto que devia ser mais falado e debatido», constata o responsável.











