
Sapadores de Coimbra e Voluntários de Condeixa em missão aeromédico
Os bombeiros, sejam eles sapadores, municipais ou voluntários, não sabem só apagar fogos ou prestar socorros a acidentes rodoviários ou outros serviços equivalentes. Os bombeiros são uma “ferramenta” sumptuosa para prestar qualquer tipo de apoio, muita das vezes considerados uma força da natureza que, como é do conhecimento geral, lutam desesperadamente contra a própria força da natureza.
Todos, sem exceção, operam a qualquer hora quando são chamados, independentemente das condições meteorológicas, sejam elas favoráveis ou adversas. Os operacionais dos bombeiros atuam sob o lema “Vida por vida”, protegendo as comunidades. Uma missão de cooperação e dedicação.
Vem tudo isto a propósito da incumbência que cinco operacionais – três dos Bombeiros Sapadores de Coimbra e dois dos Bombeiros Voluntários de Condeixa – efetuaram na tarde de ontem, segunda-feira, ao serem acionados para uma ação de prevenção no Aeródromo Municipal Bissaya Barreto, de Cernache, em Coimbra.
Tratou-se de um Airbus Casa C-295, da Força Aérea Portuguesa (FAP), bimotor turbohélice desenvolvido para o transporte tático militar, mas que desta vez transportou um doente proveniente da ilha de Porto Santo, do arquipélago da Madeira, com destino ao Centro Hospitalar e Universitário de Coimbra (CHUC).
Com queimaduras muitos graves, o transporte da vítima portosantense do Aeródromo Municipal Bissaya Barreto para os CHUC foi efetuado por uma ambulância dos Bombeiros Voluntários de Condeixa. A missão foi dada como concluída com total sucesso, começando pelo serviço aeromédico prestado pelos militares da FAP, que desempenharam um pape crucial nesta missão.
Em terra o êxito teve a chancela dos operacionais dos Bombeiros Sapadores de Coimbra e Bombeiros Voluntários de Condeixa, garantindo a transferência meticulosa do paciente, desde o aeródromo aos CHUC.












