
FACIT abre hoje e espera 40 mil visitantes
«A FACIT celebra as 15 edições e tinha de ser celebrada de forma diferente», refere Ricardo Cruz, presidente da Câmara Municipal de Tábua, ao destacar o crescimento sustentado do evento e a aposta reforçada na promoção do território, do turismo e da economia local.
Segundo o autarca, a edição de 2026 mantém as áreas habituais dedicadas à atividade económica, ao setor automóvel, à agricultura, à gastronomia, ao artesanato e ao associativismo, mas apresenta uma novidade, que é um espaço dedicado ao turismo.
«Queremos posicionar Tábua como marca turística nacional e internacional», frisa Ricardo Cruz. Nesse mesmo espaço serão realizados showcookings, apresentações de projetos, promoção de produtos locais e momentos de interação com parceiros nacionais e internacionais.
A organização espera ultrapassar a marca dos 40 mil visitantes alcançada em edições anteriores, número que Ricardo Cruz acredita ser «realista». «Temos um dos melhores recintos da região, preparado com todo o rigor e com capacidade para mais de 10 mil pessoas em simultâneo», adianta.
Nos próximos dias, a FACIT volta também a ser «ponto de encontro da diáspora, um local para rever amigos, fazer negócios, conviver e também desfrutar da cultura musical».
A diversidade musical e o impacto económico continuam a ser duas das principais apostas da FACIT. Segundo Ricardo Cruz, a escolha do cartaz procura responder a diferentes públicos e faixas etárias. «Temos sempre muito cuidado para que o gosto musical seja o mais abrangente possível», explica.
A programação arranca com Rosinha (hoje), seguindo-se atuações de ÁTOA e Papillon (25). O cartaz integra ainda Nena (26), Pedro Abrunhosa (27) e Toy (28), acompanhado pela Academia Artística do Município de Tábua, «fruto de um grande trabalho de preparação realizado ao longo dos últimos meses». Os bilhetes diários têm um custo entre quatro e cinco euros, sendo que, no primeiro e no último dia, a entrada é gratuita.
Apesar da forte componente cultural, Ricardo Cruz considera que a FACIT é também um importante motor económico para o concelho. «As unidades hoteleiras ficam cheias, os restaurantes registam maior procura e há uma dinâmica económica muito significativa durante estes dias», sublinha. Embora reconheça a dificuldade em quantificar o impacto financeiro total, o autarca destaca os benefícios para associações, empresas e comerciantes locais. «Há negócios que se iniciam durante a feira e que só se concretizam semanas ou meses depois. O importante é estar presente e mostrar aquilo que cada empresa tem para oferecer», refere.












