
Rainha Santa Isabel com nova partitura já publicada
A Igreja da Rainha Santa Isabel recebe hoje, às 18h30, o lançamento da partitura da composição “Divina Flore Perfusa, Cantica Sanctae Reginae”, da autoria do maestro e compositor Paulo Bernardino.
A obra estreou o ano passado, no concerto comemorativo dos 400 anos da Canonização da Rainha Santa Isabel, na Igreja da Rainha Santa Isabel, pelo que além da apresentação da publicação, os presentes terão oportunidade de ver a gravação vídeo do referido concerto.
Será um momento muito especial para Confraria da Rainha Santa Isabel que «encomendou» a obra ao maestro Paulo Bernardino, organista da Sé Nova e da Real Capela de São Miguel, da Universidade de Coimbra.
Nas palavras do padre Pedro Carlos Lopes de Miranda, trata-se de «uma obra musical que se pretende registar ‘ad perpetuam rei memoriam’ com a presente publicação, pois será sempre uma verdadeira insígnia da comemoração dos 400 anos da canonização de Santa Isabel de Portugal.
O padre Pedro Miranda referiu ainda congratular-se com «esta publicação, que ficará para a história, como a mais recente obra dedicada à Rainha Santa Isabel» e que coloca o maestro Paulo Bernardino entre os «compositores de Coimbra».
Paulo Bernardino referiu que a composição da obra resultou de «um intenso trabalho de investigação», partindo «de textos do Papa Urbano VIII, o Papa que em 25 de maio de 1625 decretou a canonização da Rainha Santa Isabel, em cerimónia solene ocorrida em Roma, e para a qual escreveu alguns poemas, nomeadamente a liturgia das Horas e um hino em louvor à Rainha Santa Isabel», dos quais foram selecionados alguns excertos que depois deram lugar à “Divina Flore Perfusa, Cantica Sanctae Reginae”.
O maestro referiu ainda que se trata de uma «composição escrita para orquestra e dois coros, mas que também integra as Gaitas de Foles Coimbrã e a corneta, um instrumento renascentista, evocando o esplendor sonoro da época, que também «refletem uma profunda ligação entre a música sacra e a tradição musical portuguesa.
Refira-se que a edição da obra tem a chancela da Imprensa da Universidade de Coimbra.












