
FC Porto vence nas grandes penalidades e está na final da “Champions” em Coimbra
No primeiro encontro das meias-finais da Liga dos Campeões de hóquei em patins que está a decorre em Coimbra, FC Porto e OC Barcelos protagonizaram um duelo intenso e equilibrado, com a vitória a sorrir aos “dragões”, após grandes penalidades, numa partida disputada até ao último instante.
No Pavilhão Multidesportos Mário Mexia, o encontro começou praticamente com o golo do OC Barcelos. Vieirinha concluiu com sucesso um rápido contra-ataque de “régua e esquadro”, colocando desde cedo os barcelenses em vantagem e obrigando-os “dragões” a correr atrás do prejuízo.
A resposta portista surgiu de forma gradual e acabou por dar frutos já perto do intervalo. Aos 22’, Ezequiel Mena apareceu com um remate exterior certeiro, restabelecendo a igualdade e levando o encontro empatado para o descanso.
Na segunda parte, o conjunto barcelense voltou a assumir a dianteira do marcador, graças a uma grande penalidade convertida por Miguel Rocha, homem em destaque já nos quartos de final. O lance trouxe ainda consequências para o FC Porto, com Carlo Di Benedetto a ver cartão azul por ter mexido propositadamente na baliza na tentativa de impedir o golo adversário.
Quando tudo parecia encaminhado para o triunfo do OC Barcelos, Gonçalo Alves apareceu para mudar o rumo dos acontecimentos. A três minutos do fim do tempo regulamentar, o internacional português assinou uma excelente jogada individual e devolveu a igualdade ao marcador, levando a decisão para prolongamento.
Tempo extra trouxe turbilhão de emoções
O tempo extra trouxe novo capítulo de emoção, e novamente com o OC Barcelos em evidência. Miguel Rocha bisou na partida, ao desviar à boca da baliza para o 3-2, resultado que se manteve até ao intervalo do prolongamento, com os barcelenses na frente do marcador.
A segunda metade do prolongamento arrancou com novo golpe de teatro e com Gonçalo Alves novamente em destaque. O jogador portista assinou mais um momento de grande qualidade individual, ao rematar por entre as pernas e já de ângulo reduzido, fazendo o 3-3 e devolvendo, uma vez mais, a igualdade ao marcador.
Sem mais alterações até final, a decisão seguiu para as grandes penalidades, onde o FC Porto acabou por ser mais eficaz e garantiu a presença na final, apesar de nunca ter estado em vantagem durante o tempo regulamentar e prolongamento.









