
“ESAC apresentou duas candidaturas para uma intervenção profunda no campus”
Diário de Coimbra O seu discurso de tomada de posse destacou a necessidade de uma “gestão rigorosa e baseada em evidências”. Quais são os primeiros passos concretos para implementar este modelo na ESAC?
João Gândara - Um dos aspetos marcantes da anterior presidência da ESAC, da qual fiz parte como vice-presidente, foi a gestão rigorosa dos recursos materiais e humanos. É a essa forma de gerir que se pretende dar continuidade, mas introduzindo o aspeto das evidências. Para tal, será necessário dispor, continuamente, de informação atualizada sobre diversos fatores que têm impacto sobre a atividade da ESAC, como sejam a disponibilidade orçamental, a distribuição de serviço docente, o montantes que já foram ou ainda irão ser recebidos pelo financiamento de projetos, entre outros. Implica também que as decisões sejam tomadas envolvendo todas as partes interessadas, o que apenas será possível se as pessoas sentirem que existe disponibilidade da gestão para as ouvir. É isso que já estamos a fazer.
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