A TEMPESTADE NÃO LEVOU ALGUNS MINISTROS
As tempestades não conhecem países, são apátridas e insensíveis, atravessam o que apanham e desaparecem entre o desespero de quem fica. A força enfrenta os sonhos e os pecúlios dos mais fracos deixando um rasto de tristeza que perdura durante muito tempo nas famílias atingidas. A dor não é um queixume, uma voz de carpideira coletiva que se treina para pedir ajuda. Não é uma escolha ou um deboche para sacar dinheiro de forma fácil. Quem viu as imagens deixadas pela tempestade Kristin, não pode ficar indiferente, a não ser que se tenha patologia. É neste momentos que conseguimos perceber alguns traços de personalidade de alguns titulares de cargos públicos que aproveitam os lugares institucionais para fazerem carrossel em todos os órgãos de comunicação social. São os narcisistas do costume que usam saltos altos quando cheira a tragédia.
Muitos ministros visitaram os lugares atingidos. Dois titulares merecem uma chamada de atenção pelas suas inusitadas verbalizações: a senhora ministra da Administração Interna saída de um ensaio do Tik-Tok, envergonhou os mais incrédulos ao mostrar-se desfasada da realidade e impreparada para o cargo
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