
Identificou irmão gémeo para escapar a coima
Tribunal absolve advogado que ajudou clientes a escaparem a multas de trânsito. Funerária de Castelo Branco acusada de usar dados de cliente falecido para evitar multa de trânsito. Identificou irmão gémeo para escapar a coima. Estes são alguns exemplos de títulos de notícias em que, após uma multa de trânsito, relacionada com condução em excesso de velocidade, os condutores autuados tentaram escapar à sanção. Porém, em todas elas acabaram por ser “apanhados” e ao crime da velocidade excessiva juntaram o de falsas declarações.
Numa situação recente, o condutor identificou um familiar que tem ambas as pernas amputadas e, como tal, não pode conduzir um carro que não esteja adaptado, mostrando desde logo que houve falsas declarações. Numa outra situação, em que pai e filho tinham exatamente o mesmo nome, o filho entregou a carta de condução do pai, fazendo-se passar por ele. Foi “traído” pelas rugas da idade e “apanhado” pelas autoridades.
Também noutra situação, um condutor foi notificado após ter sido detetado a conduzir a 200 km/h. Foi identificado um condutor de 94 anos, que era afinal o avô do condutor infrator e que seguia a uma velocidade muito superior ao limite legal. Uma situação que se repete entre avós e netos e que, face ao sistema existente, acaba por ser descoberta. O mesmo acontece com cartas de cidadãos estrangeiros que acabam, igualmente, por ser detetadas.
Reportagem completa na edição impressa de hoje do Diário de Coimbra












