
Citemor arranca hoje no Teatro da Cerca de S. Bernardo
A apresentação de “Dressing Room”, de Lígia Soares, hoje às 21h30 no Teatro da Cerca de São Bernardo, abre a 48.ª edição do festival Citemor, que decorre até 8 de agosto, entre Coimbra e Montemor-o-Velho, com 13 propostas de artistas de Portugal, Espanha, Brasil, México e Japão.
No espetáculo em Coimbra, a atriz, coreógrafa e dramaturga Lígia Soares questiona «a viabilidade do luxo num contexto de desigualdades sociais» a partir de um vestido responsável por grande parte do orçamento de produção da peça. Ainda em Coimbra, estará “En Construcción #2”, da dançarina espanhola Amalia Fernández e que vai contar com a participação de 12 pessoas amadoras, no dia 23, no Convento São Francisco, assim como a estreia de “Emerging Still”, de Francisco Camacho e Kotomi Nishiwaki.
Já em Montemor-o-Velho, no Teatro Esther de Carvalho, é apresentado amanhã “A.P.S.A. e Filho, Lda.”, uma criação de Bruno Ambrósio em que dois homens «revisitam memórias familiares enquanto descrevem os processos de corte e tratamento da carne, os sistemas de abate e as lógicas do comércio animal». O Teatro Esther de Carvalho recebe também a 24 um programa duplo com trabalhos de Dori Nigro e Wura Moraes.
Ainda em Montemor-o-Velho, haverá uma apresentação do Videoarte em Movimento no Largo da Feira (30 de julho), a antestreia de “Não se Vê, Não se Guarda”, de Thiago Granato (31 de julho), e “El Discurso”, de Rosa Romero (1 de agosto), entre outras propostas. O festival termina com um concerto de Humberto, que, além de apresentar o álbum “Mau Teatro”, promete «uma performance concebida especialmente para o encerramento desta edição».
O festival apresenta um programa de teatro, dança, performance, música, cinema, videoarte e artes visuais, com estreias, antestreias, produções próprias e trabalhos «em residência de criação».









