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Nova edição de “Os Maias” promete ajudar leitores do século XXI

“Bambinelas” “mantele”, “cretone”, “talagarça”, “fumoir” ou “rapé” são designações que a nova edição permite descobrir

Uma nova edição do romance de Eça de Queirós, disponível nas livrarias a partir de hoje, promete facilitar a compreensão da obra, explicando referências do romance através utilização de códigos QR.

Escrita no final do século XIX, a leitura de “Os Maias”, obrigatória para concluir o ensino secundário, pode ser um desafio para quem a lê nos dias de hoje, dois séculos após a primeira publicação. A recente edição promete facilitar a compreensão do romance de Eça de Queirós, ajudando os leitores a decifrar referências, lugares, datas e figuras históricas do romance queirosiano, página a página, sem modificação ou alteração do texto original.

A lista de códigos QR, apresentada ao longo do livro promete explicar “tudo o que pode não estar ao alcance do leitor mais jovem ou do leitor comum”: referências geográficas, política de época ou designações arcaicas , como por exemplo, o que era um dogcart e para que servia um fumoir? Quem eram Guizot ou Gambetta? Onde ficavam o Aterro, o Jockey Club ou o Hotel Bragança? O que eram bambinelas?, e cretone?, e repes?, e talagarça? E o rapé?. Designações que, nesta edição, surgem associadas a links explicativos selecionados pelo historiador André Canhoto Costa.

Julho 15, 2026 . 17:52

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