
Diretores desconhecem papel na divulgação dos exames, mas afastam preocupações
Os diretores continuam sem saber qual será o seu papel no processo de disponibilização dos exames nacionais aos cerca de 166 mil alunos do secundário, admitem que haja mais trabalho, mas acreditam "não haver motivos para preocupação”.
No final do encontro, António Castel-Branco recordou os números anunciados de manhã por Fernando Alexandre, quando 92% dos exames já estavam corrigidos, e mostrou-se esperançado de que as notas serão divulgadas na sexta-feira.
Mas a poucos dias da divulgação dos resultados dos mais de 300 mil exames nacionais do ensino secundário, os diretores continuam sem saber qual será o seu trabalho no processo de disponibilização aos alunos das provas em formato digital.
Na semana passada, Filinto Lima, presidente da Associação Nacional de Diretores de Agrupamentos e Escolas Públicas (ANDAEP), pediu à tutela que desse indicações às escolas para que se conseguissem preparar para a tarefa.
Hoje, António Castel-Branco disse que as escolas poderão ter de “certificar quem é o aluno, mas não será nada por aí além”.
Sobre se estão preocupados em não conseguir fazer esse trabalho atempadamente, o presidente disse “não haver motivos para preocupação”: “Pode haver algum acréscimo de trabalho, mas nós já estamos habituados com reapreciações, com isso tudo”, disse António Castel-Branco no final do encontro.
A reunião de hoje entre o ministério da Educação e o CE “já estava agendada há algumas semanas”, mas o primeiro tema abordado foram os problemas envolvendo os exames nacionais necessários para os alunos concluírem o ensino secundário e poderem candidatar-se ao ensino superior.
Castel-Branco acrescentou que o ministro garantiu aos diretores que o processo “está a correr de forma célere”, que os problemas têm estado a ser resolvidos e que deverá estar "tudo pronto na sexta-feira”.









