
Augusto Miranda e Paulo Seco disputam distrital do Chega
Augusto Miranda e Paulo Seco são os dois candidatos à presidência da Comissão Política Distrital de Coimbra do Chega , cujas eleições decorrem hoje, entre as 10h00 e as 19h00, na sede do partido na Avenida Fernão Magalhães.
O mirense Augusto Louro de Miranda é o rosto da candidatura “Coimbra pelo CHEGA” (Lista B) apresentando um programa para o triénio 2026-2029 que aposta no reforço da organização interna do partido, na proximidade aos militantes e na expansão da implantação do Chega em todo o distrito.
O documento estratégico define um conjunto de objetivos que passam pela abertura de novas sedes, criação de equipas especializadas, reforço da comunicação, formação de militantes e maior ligação às populações, às empresas e às instituições locais. A candidatura defende uma estrutura distrital mais participativa, assente nos princípios da «dedicação, trabalho e carácter», procurando mobilizar os militantes e preparar o partido para os desafios eleitorais dos próximos anos.
Já o atual presidente da Distrital e recandidato ao cargo, Paulo Seco (Lista A) lançou-se nesta corrida com o slogan “Por Coimbra, pelos conimbricenses”. O também deputado da Assembleia da República revela, no seu manifesto, que um dos objetivos para o próximo mandato, caso saia vencedor das eleições de hoje, «é organizar ou reorganizar o partido internamente».«No distrito de Coimbra conseguimos, nestes sete anos, pelo menos, criar estruturas em quase todos os concelhos. Estamos a falar de 17 concelhos. Subimos abruptamente no que diz respeito às eleições autárquicas», frisou, a propósito do ato eleitoral.
Informação, digitalização e valorização da juventude são alguns dos pontos fortes da candidatura de Paulo Seco.
«Recandidato-me ao Chega - Distrital de Coimbra, porque acredito que o nosso distrito, merece a continuidade de uma voz forte e corajosa. O distrito vive atualmente com insegurança, criminalidade em alta, uma economia que não responde às necessidades das famílias, serviços públicos debilitados e uma classe política mais preocupada com lugares e subsídios do que com as pessoas», destacou.











