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Quinta das Lágrimas assinala 700 anos com várias iniciativas

Lançamento de uma cerveja comemorativa, em conjunto com a Praxis, Festival das Artes e “Garden Parties” celebram séculos de lendas e património

O lançamento de uma cerveja comemorativa, em conjunto com a Praxis, o Festival das Artes e o “Garden Parties” são algumas das iniciativas que a Quinta das Lágrimas vai levar a efeito para celebrar 700 anos de história. O cocktail que ontem decorreu nos icónicos jardins da unidade hoteleira de Coimbra recebeu convidados, parceiros e amigos que, ao longo dos anos, têm acompanhado a história e contribuído para a sua projeção.

Esta data assinala, segundo Miguel Júdice, a criação da Fonte e do Canal dos Amores por ordem da Rainha Santa Isabel, marcando o início de sete séculos de lendas e património. O administrador delegado da Quinta das Lágrimas assume que não existem «muito locais que possam dizer que têm 700 anos de vida».

E Coimbra, diz, «pode orgulhar-se disso». «Tem muitos monumentos, mas este é um deles, que está documentado, que há 700 anos existe e nasceu pelas mãos da Rainha Santa Isabel, a nossa mais querida personalidade», acres­­centou Miguel Júdice.

Quinta das Lágrimas "é um espaço cultural aberto à cidade e ao mundo"

Para assinalar a efeméride, o responsável adiantou que a Quinta das Lágrimas vai dinamizar um conjunto de iniciativas ao longo deste ano. «Hoje (ontem) é o primeiro evento deste ano de comemorações. Depois vamos assistir, em breve, ao lançamento de uma cerveja comemorativa, uma surpresa que fazemos com a Praxis. Teremos igualmente o Festival das Artes, em julho. E vamos fazer também todas as semanas durante o verão, às sextas-feiras, o “Garden Parties”, festas neste local, com este cenário, onde vamos receber as pessoas que nos queiram visitar, pessoas de Coimbra, que no fundo venham celebrar a beleza deste espaço ao ar livre, com música, com comida e um menu aberto a toda a gente. A partir já da próxima sexta-feira e durante todo o verão», referiu Miguel Júdice.

A Quinta das Lágrimas, acima de tudo, «é um espaço cultural aberto à cidade e ao mundo», precisou o responsável. Portanto, «tem os jardins, que são visitáveis por todos, e depois tem uma componente cultural desenvolvida pela Fundação Inês de Castro, que faz visitas guiadas, o Festival das Artes, e depois o hotel, que tem serviços de restauração, de alojamento, vários restaurantes, o spa e o ginásio», concluiu.

Junho 29, 2026 . 07:30

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