
De pá e vassoura, gerações jovens à descoberta da arqueologia de S. Simão
No Sítio Arqueológico de S. Simão, concelho de Penela, convivem por estes dias jovens de diferentes faixas etárias. Os mais novos, menores de 18 anos, fazem o que é preciso, ocupando o seu tempo livre com um trabalho que é, de todo, fora da rotina. Os mais velhos, já no ensino superior, transportam para o terreno os ensinamentos teóricos que vão colhendo no curso. E juntos, com a orientação da arqueóloga Sónia Vicente, dão o seu contributo para colocar a “nu” um património romano que só foi descoberto em 2015 e tem muito ainda por conhecer.
Tomás Carreira tem apenas 12 anos mas a certeza que ali, com esta ocupação no âmbito do programa “Jovens ao serviço da comunidade”, fica «maior». «É outro mundo», confidencia, satisfeito com a escolha de ocupação dos tempos livres deste ano, bem diferente dos anos anteriores. «Já limpei mosaicos, já limpei pedras», exemplifica quando questionado sobre o que pode um jovem de 12 anos fazer num sítio arqueológico.
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