Na época da «clareza do aço inoxidável»
Que mundo é este em que vivemos? É o que queremos? É o que desejamos para os nossos filhos, netos e sucessores?
Se pararmos um pouco e observarmos atentamente, o que vemos?
Sejamos francos, alegramo-nos com os sorrisos espontâneos e expansivos que não descobrimos nas pessoas que encontramos nas ruas, nos mercados com produtos de primeira necessidade que se tornam inacessíveis e no trânsito sempre impaciente e com gente irritada e pronta a maltratar-nos, sobretudo quando não avançamos logo ou porque a nossa viatura falha por algum motivo?
Não é só hoje que me mostro apreensivo ou desassossegado com as minhas e as nossas circunstâncias.
O que me preocupa, verdadeiramente, é que não tenhamos tempo para contrariar este ciclo de sofreguidão e de desespero. E que continuemos sem vontade de cumprir e de fazer cumprir os objectivos de sustentabilidade – que os há, se nos lembrarmos, por exemplo, da colecção de 17 metas globais estabelecidas pela Assembleia Geral da Organização das Nações Unidas (ONU).
Quem respeita, actualmente, a ONU e os seus avisos, propostas e decisões? Vamos lendo e ouvindo que António Guterres, agora a terminar o seu segundo mandato como secretário-geral da ONU, tem sido muito escrutinado e alvo de tensões diplomáticas e geopolíticas, principalmente no que concerne ao Médio Oriente e à guerra na Faixa de Gaza.
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