Rio acima, sem motor
Agora que o metrobus está, por fim, a chegar ao coração da Baixa, é bom, e absolutamente natural, que a Câmara dê início ao concretizar da requalificação (imperiosa, profunda e inadiável) da Rua da Sofia-Património Mundial. Aceita-se, na procura de ‘participação’ cidadã que a modernidade implica, a realização de sessões públicas como aquela esta semana promovida. Contudo, que mal pergunte, não sabemos já todos, mas todos, o que queremos para aquela abandonada artéria, não estão estudadas e estabelecidas as ideias trave (vivificação comunitária, sentido único de trânsito para transportes coletivos, imóveis recuperados, passeios alargados) do projeto? Basta de aproveitamento político e de conversa. Potenciando, até, a realização da Manifesta’28, é tempo, mais do que tempo, de meter, isso sim, mãos à obra!
e com o Festival da Sardinha a decorrer até meados do mês – são 32 os restaurantes aderentes –, a Baixa anima-se, hoje, com as Marchas dos Santos Populares.
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