
Portugal dos Pequenitos abre ao público até à meia-noite com festival, música e Silent Party
O Portugal dos Pequenitos vai abrir portas até à meia-noite de sábado, numa iniciativa integrada no Festival “Artes no Parque”, que decorre até 10 de junho.
Durante este dia especial, o espaço estará aberto das 10h00 às 24h00, proporcionando aos visitantes uma experiência noturna rara e diferenciadora naquele que é um dos espaços turísticos e culturais mais emblemáticos de Coimbra.
A programação inclui Silent Party, música ao vivo, street food, mercadinho, cuspidor de fogo e várias animações distribuídas pelo parque, criando um ambiente de festival no meio do património arquitetónico em miniatura do recinto.
Segundo o diretor do Portugal dos Pequenitos, Nuno Gonçalves, “o prolongamento do horário de funcionamento até à meia-noite proporciona um momento raro de fruição do espaço, num ambiente noturno, que convida a uma experiência mais sensorial, imersiva e festiva do Portugal dos Pequenitos”.
O responsável acrescenta ainda que esta abertura noturna representa “uma oportunidade única de viver o Parque de uma forma diferente, mais intimista e envolvente”, reforçando a ligação entre cultura, lazer e comunidade.
Os visitantes poderão circular livremente pelo parque e usufruir de toda a animação noturna. O acesso ao recinto e às atividades terá o custo de 5 euros, enquanto a participação na Silent Party terá o valor de 9,95 euros.
Quem adquirir bilhete diurno poderá regressar à noite, pagando apenas mais 3€ para participar na Silent Party, cuja participação está sujeita a inscrição e lotação limitada, em sessões de 45 minutos.
Os bilhetes podem ser adquiridos nas bilheteiras físicas, no site oficial do parque e através da plataforma Blueticket.
Localizado no coração de Coimbra, o Portugal dos Pequenitos, espaço pertencente à Fundação Bissaya Barreto, convida os visitantes a viajar por Portugal e pelo mundo num só lugar. Organizado em três áreas temáticas, o parque reúne 10 países, 28 casas regionais e 81 monumentos em miniatura, constituindo um verdadeiro mapa vivo da cultura portuguesa.











