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Empate deixa tudo igual na luta pela subida

Campeonato de Portugal | Primeiro ponto num jogo em que Ol. Hospital teve dificuldades em colocar em prática o seu melhor futebol

Depois de um início muito amargo para o Ol. Hospital, o segundo jogo seguido em casa na Fase de Subida frente ao Louletano do conimbricense Miguel Valença era “quase obrigatório” ganhar, na perspetiva dos oliveirenses, mas o empate a 1-1 registado na primeira par­te “teimou” até final e verificou--se assim mais um resultado menos positivo para a equipa da casa.

Com a chuva a voltar a marcar “presença” em Tábua, o Oliveira mostrava ter dificuldades em adaptar-se às condições do campo, com os erros na construção desde trás a acumularem-se. O Louletano ia sendo “matreiro” e criava perigo com a técnica do ex-Académica Leandro Ferreira no contra-ataque, mas o extremo não ia conseguindo dar o melhor seguimento aos lances de ataque rápido.

Tantos lances se sucederam de perdas de bola na primeira fase de construção da equipa que Nilson Corrêa sentiu-se “obrigado” a interromper o jogo através do guarda-redes,  e durante um tempo o “time-out” surtiu efeito, mas não evitou o golo da equipa do ex-técnico do Ol. Hospital e da Académica. Aos 35’, Leandro Ferreira “roubou” a bola a Mairlon e pela esquerda assistiu Nuno Martelo no corredor contrário que de pé esquerdo rematou para o primeiro na partida.

A reação oliveirense não se fez esperar, e com uma maior qualidade no ataque, acabou por criar maior pressão nos algarvios e o golo chegou mes­mo através de bola parada: Gabriel Andrade cruzou junto à linha lateral do lado esquerdo, Tharlley com um ligeiro desvio na bola de cabeça assistiu Frank que também de cabeça rematou para empatar a partida aos 40 minutos.

O resultado não era satisfató­rio para o Ol. Hospital e a equi­pa mostrava alguma dificuldade em criar verdadeiras chan­ces de perigo junto da bali­za do imponente Marcão no segundo tempo. Além disso, o Louletano continuava a ame­açar com o portentoso Chima James a ser uma “dor de cabeça” constante para os centrais adversários.

Até ao fim, nem com Rogério ou Simão Pita o Oliveira conseguiu chegar ao golo, com a melhor situação a ser um remate à “queima-roupa” de Tharl­ley que obrigou Marcão a uma defesa apertada quase na pequena área, já nos últimos segundos da partida.

Maio 4, 2026 . 11:15

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