
Prédio de Coimbra onde ocorreu explosão continua desabitado
O edifício onde a 27 de janeiro ocorreu uma explosão que destruiu um apartamento e provocou danos em todas as outras habitações continua ainda sem moradores ali a residir. A explosão, como na altura foi noticiado, destruiu por completo um apartamento e deixou danos avultados e visíveis em todos as outras casas estando, desde esse dia, sem ser habitado.
A autarquia de Coimbra, em esclarecimento solicitado pelo Diário de Coimbra, disse que já não está a acompanhar o processo, estando este a seguir os trâmites legais.
Na altura, os serviços de proteção civil municipal de Coimbra garantiram que ninguém ficava desalojado e que todos os moradores ficavam ou em casas de familiares ou em alojamentos que a própria câmara providenciou.
Agora, a situação estará entregue aos seguros, desconhecendo-se quando os habitantes podem regressar às suas casas.
Na altura, no dia seguinte à explosão, foi feita uma peritagem ao prédio que concluiu que a estrutura do edifício se encontra intacta e não apresenta risco para a sua estabilidade.
«No seguimento da explosão ocorrida num edifício habitacional em Coimbra, na rua Augusto Marques Bom, foi realizada uma peritagem técnica ao imóvel pelos serviços de engenharia do Município de Coimbra, com supervisão do ITeCons. Dessa avaliação concluiu-se que a estrutura do edifício se encontra intacta e não apresenta risco para a sua estabilidade», informou a Câmara Municipal de Coimbra na altura. Recorde-se que na sequência da explosão, cujas causas não são publicamente conhecidas, cinco pessoas ficaram feridas, uma delas com gravidade, na manhã de terça-feira, na sequência de uma explosão em um apartamento de um prédio de sete andares do Vale das Flores. A explosão deixou ainda um total de 35 pessoas desalojadas.












