
Moradora em Coimbra sem televisão, telefone e internet desde 28 de janeiro
Uma moradora da Casa Branca, em Coimbra, queixou-se ao Diário de Coimbra de estar sem televisão, telefone fixo e internet desde o dia 28 de janeiro, altura em que a tempestade Kristin atingiu a região Centro e Portugal provocando elevados estragos.
Maria Helena Alves, moradora na Rua de Baixo, adiantou que nessa madrugada a força do vento foi «tão forte» que derrubou «árvores e quatro postes de madeira, por onde passam cabos de telecomunicações», tendo, inclusivamente, um deles ficado caído parcialmente, com os cabos meio soltos, para o interior do pátio da sua habitação.
O problema, sublinha, também afeta a Escola EB 2, 3 Alice Gouveia, onde «existe um poste instalado no recreio» do estabelecimento de ensino e que se encontra na mesma situação.
A moradora, que já tentou por vários meios resolver a situação, aponta responsabilidades às operadoras de telecomunicações, afirmando que mesmo depois de ter mudado de operadora o «problema subsiste».
"Ninguém resolve o problema", "cansada" de a “culpa morrer solteira"
«Neste momento e com a alteração da NOS (operadora que tinha aquando a tempestade) para a DIGI apenas possuo telemóvel com dados móveis, não tenho acesso a serviço de televisão, internet e telefone fixo, quando o atual contrato o prevê», sublinhou ao nosso jornal.
Ou seja, «ninguém resolve o problema», diz Maria Helena Alves, mostrando-se «cansada de a “culpa morrer solteira” quando se trata de um serviço prestado no perímetro urbano da cidade de Coimbra.
«Já habito nesta rua há cerca de 50 anos e sempre me lembro destes postes, por isso, a condição deles não deveria ser a melhor, mas tanto tempo depois o problema já deveria ter sido resolvido», salientou, acrescentando que os postes «“têm substitutos” mas não estão a ser utilizados».
Esta situação, assume, não se resume à sua habitação, visto existirem vizinhos com o mesmo problema. «Não é fácil estar assim» desabafou a moradora, com desagrado












