
Ronda penalizadora para trio do distrito
O fim de semana da Proliga não foi favorável às equipas do distrito, que atravessaram uma jornada marcada por resultados negativos nas diferentes fases da competição.
Na Fase de Promoção, o Ginásio somou duas derrotas frente ao Maia Basket (primeiro no sábado, por 87-80, e depois no domingo, num jogo em atraso, por expressivos 81-109), resultados que praticamente hipotecaram uma possível subida de divisão.
Já na Fase de Manutenção, Académica e Sampaense também não conseguiram inverter o momento menos positivo. A equipa conimbricense voltou a perder diante do Sangalhos (68-76), num confronto direto na luta pela permanência, ficando cada vez mais perto da despromoção. Por sua vez, o Sampaense agravou a sua série negativa ao somar a sétima derrota consecutiva, ao cair por 87-60 na deslocação aos Açores, frente ao Lusitânia.
A Académica encarava esta jornada num cenário de “tudo ou nada” e até entrou melhor na partida, chegando ao intervalo em vantagem (40-36). No entanto, a segunda parte revelou-se desastrosa para a equipa orientada por João Moutinho, que regressou dos balneários desconcentrada e demasiado permissiva do ponto de vista defensivo, uma falha pouco habitual, mas que acabou por custar caro, traduzindo-se numa derrota que pode ditar a descida de divisão.
Quanto ao Sampaense, apesar de uma posição mais confortável na tabela, a equipa procurava regressar às vitórias após seis desaires consecutivos, objetivo que voltou a falhar. A formação liderada por Cláudio Figueiredo nunca conseguiu impor o seu ritmo de jogo, acabando por perder todos os períodos. O resultado final (87-60) reflete as dificuldades evidenciadas, tanto no plano defensivo como ofensivo, problemas que têm marcado esta fase negativa.
Ginásio com duplo
dissabor na Promoção
A equipa do Ginásio enfrentou um fim de semana exigente no Grupo de Promoção com dois jogos consecutivos diante do Maia Basket. No primeiro encontro, o equilíbrio marcou praticamente todo o duelo. Apesar de ter passado grande parte do tempo em desvantagem, a formação da Figueira da Foz manteve-se sempre na discussão do resultado, acabando por ceder apenas nos momentos finais, com uma derrota por 87-80.
No segundo encontro, disputado no domingo, o panorama foi bem distinto. A turma figueirense evidenciou maiores dificuldades, fortemente condicionada pelo desgaste acumulado e pela curta rotação do plantel, acabando por sofrer uma derrota pesada, por 81-109. A ausência, em ambos os jogos, de uma das principais referências da equipa, Joshua McClary, devido a um problema no joelho, fez-se igualmente notar.











