Rio acima, sem motor
A edilidade aprovou, por óbvia unanimidade, o processo de requalificação da Escola Secundária José Falcão, num valor de 23,8 milhões de euros, que deverão ser comunitariamente suportados através de uma candidatura máxima de 22 milhões a apresentar no quadro do Portugal 2030. A ‘megalómana’ recuperação, o ‘exorbitante’ preço do projeto, que tantas críticas eleitorais merecera da coligação socialista agora instalada na Câmara, acaba por ser assumido depois de expurgado, imagine-se, de um elevador, com os inflacionadíssimos custos das especialidades (é no que dá avançarem-se números sobre cálculos ainda não feitos) reduzidos a quatro dos dez milhões de euros aventados. Mas, enfim, o que importa é que o desafio está aceite – e com louvores ao trabalho do anterior executivo e à equipa da UC coordenada por João Mendes Ribeiro –, e que Coimbra terá, em futuro próximo, mais uma e simbólica escola adequadamente modernizada.
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