
UC é parceira do maior polo aeroespacial do Brasil
A Universidade de Coimbra (UC) e a Prefeitura de São José dos Campos, cidade brasileira do Estado de São Paulo (Brasil), reconhecida como o maior polo aeroespacial da América Latina, celebraram uma parceria de cooperação.
O acordo «estabelece bases para a cooperação entre as instituições na investigação, formação avançada e desenvolvimento tecnológico, incluindo as áreas aeroespacial e de inovação», indica a UC em nota de imprensa.
Sede da Embraer (uma das empresas líderes mundiais na produção aeroespacial), do Instituto Tecnológico de Aeronáutica e de diversas indústrias de alta tecnologia, São José dos Campos «concentra o desenvolvimento aeronáutico e espacial da América Latina, impulsionando inovações e exportações globais», lê-se no documento.
O acordo entre UC e a Prefeitura local prevê a criação de projetos conjuntos de investigação e desenvolvimento, de programas de mobilidade académica e de capacitação especializada, e de mecanismos de transferência de conhecimento entre academia, poder público e sector produtivo. A parceria, sublinha a UC, «envolve áreas estratégicas como o sector espacial e o fortalecimento do ecossistema de inovação, estabelecendo bases de implementação de um futuro hub transatlântico aeroespacial».
Acordo entre UC e município brasileiro reforça cooperação no desenvolvimento tecnológico
Na celebração do acordo, o vice-reitor da UC para a Inovação, Relação com Empresas e Empregabilidade, Nuno Mendonça, salientou o potencial de colaboração entre as instituições e o ambiente encontrado no município brasileiro. «Encontrámos uma cidade muito rica na área da inovação, com uma visão que integra o desenvolvimento tecnológico no dia a dia das pessoas», disse. Todas estas variáveis, acrescentou, «são muito importantes para nós, não só para testar novas tecnologias, mas para aproximar a investigação feita na Universidade de Coimbra do cidadão comum».
São José dos Campos «destaca-se pela perspetiva presente e futura, capaz de integrar tecnologia e inovação nas atividades mais corriqueiras», vincou Nuno Mendonça, ao frisar que essa qualidade «reforça a natureza disruptiva da cidade, característica que reafirma a sua condição de smart city emergente».










