
Grupo de trabalho analisa Bacia do Mondego
O engenheiro Armando Batista da Silva Afonso, especialista em Sanitária e conselheiro da Ordem dos Engenheiros, é o coordenador do grupo de trabalho que vai analisar o impacto das cheias na Bacia do Mondego. A equipa é apresentada hoje, às 15h00, na Ordem dos Engenheiros - Região Centro, com a presença do bastonário, Fernando de Almeida Santos, e do presidente da Agência Portuguesa do Ambiente (APA), José Pimenta Machado. O grupo, criado no quadro de um protocolo entre as duas entidades, inclui, de acordo com informação da Ordem dos Engenheiros, José Alfeu Sá Marques, especialista em Hidráulica e Sanitária e membro conselheiro da OE, Nuno Eduardo da Cruz Simões e Carla Andreia Pimentel Rodrigues, ambos especialistas em Hidráulica, e Paulo José da Venda Oliveira, especialista em Geotecnica.
O grupo de trabalho tem a missão de avaliar «o impacto das tempestades de 2026 na Bacia Hidrográfica do Mondego», incluindo «a análise comparativa das circunstâncias associadas à rutura do dique do leito central», tendo em consideração as cheias de 2001 e em 2019. Compete-lhe também reavaliar o projeto das infraestruturas do Baixo Mondego e a sua adaptação às exigências atuais decorrentes das alterações climáticas e a «apresentação de contributos para o modelo de governança» futuro do Aproveitamento Hidroagrícola do Baixo Mondego. Um novo modelo a definir, «envolvendo a revisão do modelo de manutenção continuada, assegurando os meios financeiros para a conservação preventiva, através de um modelo de cogestão participada pelos municípios, entidades e agentes económicos da região».
O grupo tem 100 dias para apresentar resultados, tendo de apresentar um relatório preliminar até 9 de maio.











