
Centro Náutico sofre prejuízos de 2,3 milhões
Ontem, pela primeira vez, foi possível entrar no Centro Náutico e o balanço dos prejuízos, que apontava para dois milhões de euros, somou logo mais 300 mil euros.
«É uma estrutura estratégica para o concelho e para o país», fez notar o autarca, que se referiu aos campeonatos europeus, que correm o risco de não se realizar por falta de condições. Apesar disso, José Veríssimo deu nota do empenho, do Município e do Governo, no sentido de «tudo fazer» para não perder a prova. «Montemor é o único local no país com condições para a realizar», disse.
«A água ficou a meio metro do teto», esclareceu, salientando os danos provocados no sistema eletrónico de controlo das partidas e chegadas, cujo custo ronda um milhão de euros e «não existe em Portugal». Foi retirado algum equipamento, mas a sauna, o jacuzzi, por exemplo, não era possível de movimentar, o mesmo acontecendo com as máquinas do ginásio.
O setor agrícola é «uma das maiores preocupações». «Os campos estão alagados», disse o edil, admitindo que não há previsões para as sementeiras, nem para apurar os prejuízos. O município, garantiu, negociou a prorrogação do prazo dos contratos com a indústria, relativamente à batata, cuja plantação é habitualmente feita em março e que não se sabe se será possível efetuar.











