
Força empresarial da Lousã reforçada com soluções dos finalistas da FEUC
A Faculdade de Economia da Universidade de Coimbra (FEUC) e a Associação empresarial da Serra da Lousã (AESL) voltaram a mostrar o seu pragmatismo e ligação ao setor educativo e económico, através de uma parceria que pretende dinamizar a aprendizagem dos jovens e das empresas. A unidade curricular “Projeto Integrador”, de último ano das licenciaturas em Economia e Gestão, está agora ligada ao tecido empresarial da Lousã. «Entre novembro e dezembro contactamos com várias empresas que nos desafiaram a resolver problemas que identificaram na sua área de ação», explicaram Carlos Alves, presidente da direção da AESL, e Joana Oliveira, coordenadora da FEUC para esta unidade curricular. Para o futuro, as empresas poderão enviar e-mail para projeto.integrador @fe.uc.pt antes de novembro com propostas de desafios que ficaram em «lista de espera» para o ano letivo seguinte.
«Queremos consolidar o conhecimento dos jovens e dar-lhes a oportunidade de contactar diretamente com as dificuldades das empresas, para sentirem, também, o seu dia a dia», indicou Joana Oliveira. Estes trabalhos, que são desenvolvidos por equipas de alunos em conjunto com um tutor (um professor da FEUC), são sempre realizados em contacto com a empresa escolhida e seguem regras como «rigor e confidencialidade», tendo em consideração que existe a necessidade das empresas partilharem informações. Os desafios escolhidos, neste momento, estão sob o abrigo do plano de Desenvolvimento Sustentável das Nações Unidas e pretendem ser um «apoio direto de consolidação» das matérias lecionadas ao longo dos anos de curso, que por vezes «podem ficar perdidas ou desajustadas» por serem apresentadas aos alunos de forma individual.
Dinamizar a Lousã e consolidar todos os conteúdos lecionados são objetivos do “Projeto Integrador”

No que toca à Lousã, Carlos Alves reflete que as empresas vivem «muito bem» fora dos polos habituais e que isso é uma mais valia para os estudantes. «As nossas empresas, por serem de dimensões um pouco menores, ouvem mais facilmente as ideias dos jovens e dos alunos». Relembrando que a Lousã tem um tecido empresarial de grande valor e oferece uma «grande qualidade de vida», o presidente da AESL espera que a Serra da Lousã consiga «convencer» os alunos a «ficar e dinamizar a Lousã para um futuro ainda melhor».











