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Câmara de Soure mantém vigilância em zonas ribeirinhas

O presidente da Câmara de Soure alertou ontem que as zonas ribeirinhas ao rio Mondego continuam a exigir atenção no concelho, devido a subida do nível de água

A principal preocupação são as populações que estão na margem do Mondego, nomeadamente em Casal de Marachão, disse Rui Fernandes.

As freguesias de Figueiró do Campo, Granja do Ulmeiro e Alfarelos, na margem do Mondego, são as zonas que continuam em risco, como ocorreu nos últimos dias. A autarquia está «a colocar mais alguns sacos de areia junto de entradas de habitações e estabelecimentos comerciais» para tentar amenizar os impactos.

Questionado sobre o prejuízo financeiro ocasionado pelo mau tempo, o autarca vincou que, enquanto perdurar a situação de calamidade, todos os recursos municipais estarão empenhados na recuperação e na assistência às populações.

«Enquanto não acabar este estado de calamidade, não é tempo de fazer balanço [dos estragos], é tempo de acudir a toda a gente», sublinhou.

A Câmara de Soure anunciou que, na sequência dos danos provocados pelo mau tempo, os resíduos florestais e sobrantes de podas e desbastes (ramos, troncos e outros resíduos similares) poderão ser depositados no Parque de Recolha de Biomassa Florestal de Soure.

Restos de podas agrícolas, das limpezas de terrenos e de manutenções de jardim podem ser depositados no parque, que está situado junto à localidade de Alagoas.

Fevereiro 8, 2026 . 09:30

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