
Sobe para 30 o número de feridos em ataque russo a Kharkiv
O número de feridos após um bombardeamento russo no centro da cidade de Kharkiv subiu hoje para 30, segundo o presidente da câmara, Igor Terejov.
“Até ao momento, foram confirmados 30 feridos”, disse Terejov na sua conta no Telegram, momentos depois de o governador da região, Oleg Sinegubov, ter anunciado que pelo menos 19 dos feridos tiveram de ser hospitalizados.
Por seu lado, o Presidente ucraniano, Volodymyr Zelensky, condenou o ataque russo e salientou que pelo menos dois mísseis atingiram “uma zona residencial”.
“Um dos edifícios sofreu graves danos. Está a ser realizada uma operação de resgate, com todos os serviços necessários no local”, acrescentou.
“Infelizmente, é assim que a Rússia trata a vida e as pessoas: continuam a matar, apesar de todos os esforços dos países do mundo, e especialmente dos Estados Unidos, no processo diplomático. Só a Rússia não quer que esta guerra termine e, todos os dias, faz tudo o que está ao seu alcance para que ela continue”, afirmou.
“Ao contrário dos fictícios ataques contra as residências de [o Presidente russo, Vladimir] Putin, este ataque foi muito real e é um crime de guerra”, salientou.
O chefe da diplomacia disse que Kiev espera "respostas internacionais contundentes, também por parte daqueles que reagiram recentemente às falsificações russas sobre os palácios de Putin”, insistindo na rejeição às acusações de Moscovo sobre um suposto ataque contra uma residência do Presidente russo em Novgorod.
“Tem de haver força e unidade para reagir a este terrorismo contra o nosso povo", sublinhou Sybiga na sua conta no X.
“Não deve haver trégua na crescente pressão sobre Moscovo e no apoio à Ucrânia”, acrescentou, sem que a Rússia se tenha pronunciado até ao momento sobre este último ataque contra Kharkiv.











