Natal, um gesto de cada vez
Dezembro 16, 2025 . 15:20
"O que permanece mais vivo na memória não são as prendas, embora aguardadas com ansiedade, mas a alegria da partilha. As longas conversas depois do jantar, as histórias familiares repetidas e reinventadas, o prolongamento da noite da consoada" | Texto de Opinião de Helena Freitas
O Natal aproxima-se e instala-se essa pausa quase involuntária que nos convida a abrandar. É um tempo de união, de reflexão e de gratidão, mas também de renovação. Um tempo que nos lembra que a dádiva vai muito além dos presentes, manifestando-se na bondade, na compaixão, na atenção ao outro e na esperança que escolhemos cultivar, mesmo quando o contexto se torna exigente.
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