
Dez anos de união entre Diogo Rocha e a Lugrade celebrados em jantar solidário
10 anos de parceria entre Diogo Rocha e Lugrade, 10 chefs de topo a preparar pratos únicos e 250 pessoas a deliciarem-se com as propostas que vêm mostrar que, afinal, há mais de 1001 maneiras de fazer bacalhau. A noite de ontem na Sala D. Afonso Henriques do Convento São Francisco celebrou uma relação que é «família», aliando também a componente solidária a favor do Banco da Maternidade e da Criança da ADAV (Associação de Defesa e Apoio à Vida).
«Às vezes estamos à procura de desculpas para comemorar e fazermos festas», salientou o chef Diogo Rocha, destacando a disponibilidade imediata que os «amigos chefs» revelaram para se associar ao evento e surpreender as pessoas que aliaram a qualidade de um jantar à solidariedade.
Num conceito de proximidade e de contacto direto, foi possível apreciar como nomes tão conhecidos como Noélia, Rui Paula ou Kiko Martins preparam os pratos que deliciam milhares de pessoas de norte a sul do país.
A Sopa Rica de Raia Lugrade foi a proposta da chef Noélia Jerónimo, que, à medida que ia servindo, dava a explicação do conceito. Na banca do chef Diogo Rocha serviram-se cachaços e línguas Lugrade com brócolos, tomate e coentros, enquanto o chef Óscar Geadas preparou samos Lugrade, cuscos de Vinhais, couve e chouriço de porco bísaro.
Mesmo ali ao lado, Kiko Martins - ou simplesmente chef Kiko - com Lugrade fresco marinado com puré de grão, azeitona cornozuelo, chicharron, azeite e pimentão de La Vera.
Uma feijoada de lombos e samos Lugrade à moda dos chefs Rui Paula e Catarina Correia não deixaram ninguém indiferente num jantar em que também a arrozada do cachaço à língua Lugrade com grão, grelos e espinafres do chef José Júlio Vintém fez as delícias de todos.
E que dizer do lombinho Lugrade com gamba, chanterellecom molho meunière do chef Ricardo Costa ou lombo Lugrade com abóbora menina, aipo, óleo de sementes de abóbora, fígado de bacalhau e lima caviar do chef Vítor Matos?
E, como a sobremesa não podia faltar, a estrela foi o pudim das Clarissas do Cordel, do chef Paulo Queirós.
Em declarações ao Diário de Coimbra, Josélito Lucas, da administração da Lugrade, explicou que a ideia do jantar “10 chefs, 10 anos Lugrade & Diogo Rocha” partiu, precisamente, do chef, logo com a sugestão de que a verba reverteria para uma associação.
«Foi um sucesso», adiantou, salientando que as pessoas tiveram oportunidade de provar pratos com origem desde o Algarve, passando pelo Alentejo, Lisboa ou Bragança. «Acabamos também por ter todas as partes do bacalhau: os cachaços, os lombos, as línguas, as caras, os samos», acrescentou, sem deixar de fazer um ponto de situação da reconstrução da unidade de Torre de Vilela, que deverá estar concluída em dezembro de 2026, para iniciar o processo de produção em fevereiro/março de 2027.











