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“Cartaz urbano e dinâmico” marca “réveillon” em Coimbra

o contrário do que aconteceu em 2024, este ano a festa será centrada em apenas um dia, com Dino D’Santiago e Branko a ser as estrelas principais do dia 31 de dezembro.

A especulação que rondava a passagem de ano de 2025 para 2026 em Coimbra terminou ontem com a apresentação, oficial, do cartaz festivo. Contrariamente aos quatro dias de festa do ano passado, desta vez será apenas um dia de comemoração, com quatro palcos, com músicos da cidade em “colaboração” com Dino D’Santiago e Branko como “cabeças de cartaz”.

«É uma proposta diferente, de um dia só, mas que é a proposta acertada» indicou Dora Santana, chefe do gabinete de Grandes Eventos da autarquia de Coimbra, ao iniciar a conferência de imprensa que deu a conhecer a programação da noite de 31 de dezembro de 2025 para 1 de janeiro de 2026. «Este é um cartaz que orgulha muito, após um percurso mais difícil, apresentamos uma programação entusiasmante e que nos orgulha» continuou Miguel Antunes, vice-presidente da Câmara Municipal de Coimbra (CMC).

No dia 31 de dezembro será possível assistir a concertos de Dino D’Santiago, Branko, Dj Fabior, Club Banditz, Ruze, MXGPU, DJ Miguel Rendeiro, World Dance Music, Funky Remedy Five e So Dead, por palcos em toda a cidade.

«Pode dizer-se que temos um cartaz mais arrojado, com foco em artistas locais, que reproduz uma decisão política e técnica», identificou o autarca. Segundo o vice-presidente, foi efetuada uma análise referente ao sucedido em 2024 que sublinhou as decisões deste “réveillon”.

«A capacidade hoteleira apenas ficou cheia no último dia de festa, tendo os outros três dias de festividades ficado aquém das expectativas» explicou, formulando que «a aposta nunca está de parte» no que toca a um regresso à multiplicação dos dias de comemoração. Por enquanto, porém, «não é viável», principalmente, neste momento.

«Começámos a trabalhar numa “página em branco” depois das eleições, e acabámos por encontrar adversidades», confessou.

 

«Pode dizer-se que temos um cartaz mais arrojado, com foco em artistas locais, que reproduz uma decisão política e técnica» identificou o autarca. Segundo o vice-presidente, foi efetuada uma análise referente ao sucedido em 2024 que sublinhou as decisões deste “réveillon”. «A capacidade hoteleira apenas ficou cheia no último dia de festas, tendo os outros três dias de festividades ficado aquém das expectativas» explicou, formulando que «a aposta nunca está de parte» no que toca a um regresso à multiplicação dos dias de comemoração.

Por enquanto, porém, «não é viável», principalmente, neste momento. «Começámos a trabalhar numa “página em branco” depois das eleições, e acabámos por encontrar adversidades», confessa.

Dificuldades e novidades

«Foi inesperado encontrar esta folha em branco» admitiu Miguel Antunes. Segundo o autarca, «os processos de contratação na função pública, são processos que demoram», sendo que «antes do meio do ano estes aspetos costumam estar tratados», pela logística implicada. «Naturalmente, depois de tomarmos posse a 4 de novembro, começámos a trabalhar nestes aspetos e isso trouxe coisas boas e coisas más», um dos “positivos” foi mesmo o programa criado de raiz.

«Teremos quatro palcos, acreditamos que essa variedade foi positiva no último ano» contou o autarca. Para além dos palcos no Terreiro do Mosteiro de Santa Clara-a-Velha, da Praça do Comércio e da Praça 8 de Maio, vai estrear-se um palco no Quebra Costas.

«Vai haver uma aposta nos artistas de jazz e rock num local que é conhecido, também, pela sua ligação à música e onde acreditamos que estes dois géneros podem brilhar» e, simultaneamente, «encontra-se num local de ligação entre a Alta e a Baixa da cidade» logo considerou-se como um local privilegiado para se juntar à festa.

Apesar do Palco Quebra Costas ser uma novidade total, não é a única “atualização” de espaço de 2024 para 2025. «A Praça 8 de Maio vai ter um palco 360º que promove uma ligação mais intimista entre artistas e público, permitindo que todos rodeiem o palco» explicou Miguel Antunes.

A programação dura das 21h30 de dia 31 de dezembro até às 6h00 de 1 de janeiro, e promete, ainda, um regresso inédito: Club Banditz. A banda, que não atua em conjunto desde a pandemia, faz um regresso com «novidades» como sublinhou Gonçalo Julião, produtor e integrante da banda.

Os concertos têm entrada gratuita em todos os espaços e prometem dinamizar a cidade.

Dezembro 4, 2025 . 07:45

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