
Reloop alia solidariedade à sustentabilidade
O Reloop Market está de volta à Figueira da Foz e irá ter lugar esta segunda-feira, no pavilhão do Ginásio Clube Figueirense, entre as 10h00 e as 19h00, com entrada gratuita. Luciana Maia, responsável pela iniciativa, explica que a feira «nasceu com a missão de criar uma alternativa consciente ao consumo tradicional». Se por um lado promove o uso de roupa em segunda mão, por outro lado valoriza o artesanato português. Não obstante, nesta edição de Natal, a organização pretende aliar a sustentabilidade e a criatividade com a solidariedade, já que irá levar a efeito duas ações distintas para angariação de bens que vão estar a decorrer durante o evento.
«Em parceria com a Sinalux, estaremos a recolher brinquedos novos ou em excelente estado, para fazer chegar um pouco de magia natalícia a muitas crianças em Angola que, de outra forma, não teriam presentes», indica Luciana Maia. Outra causa à qual a organização se mostra sensível diz respeito ao trabalho desenvolvido pelas três associações que apoiam animais no concelho, nomeadamente, a APAFF, a GADAFF e a AMAR. «Sabemos que o inverno é especialmente duro para muitas associações de proteção animal. Por isso, estaremos também a recolher mantas, comida e bens essenciais para apoiar o incansável trabalho destas instituições», refere a responsável.
Luciana Maia sublinha que este é um «evento para todos» e, nesse sentido, deixa o convite para a presença da comunidade nesta iniciativa durante o feriado, quer seja para «comprar, doar, apoiar ou simplesmente viver o ambiente acolhedor desta edição de Natal».
Para já, está garantido o sucesso do Reloop Market em termos de participações. A feira irá reunir uma centena de bancas, sendo mais de 70 dedicadas à comercialização de roupa usada, enquanto as restantes vão dar a conhecer trabalhos dos artesãos da Figueira, Coimbra, Aveiro, Leiria e Alcobaça.
«As edições anteriores têm corrido muito bem e o Reloop Market é mesmo para continuar», avança Luciana Maia. «A verdade é que as pessoas acumulam muita coisa em casa e temos tido muita adesão, porque é uma forma de se libertarem de roupas que já não usam», afirma a responsável, sublinhando que se verifica que há cada vez mais abertura de mentalidades para o consumo sustentável.











