
Presidente da Naval Remo "anima" dupla do clube após 4.º lugar no Mundial
Queriam o título. Afirmaram-no várias vezes tal como tanto devem ter trabalhado para o “ouro”. Mas, não foi possível. Afonso Costa e Patrícia Batista, atletas da Naval Remo, terminaram o Campeonato do Mundo de Remo de Mar, no 4.º lugar, ao perderem a final B de “double scull” misto da competição de “beach sprint”, em Antália, na Turquia.
Os atuais campeões da Europa começaram o dia com uma vitória nos quartos de final frente aos tunisinos Mohamed Hafsa e Khadija Krimi, fazendo o tempo de 2.17.58, face aos 2.21,61 dos adversários. Porém, na meia-final foram mais lentos (2.17,16) dos que os norte-americanos Christopher Bak e Sera Busse (2.16,16), o que os arredou da final A e da disputa da medalha de ouro.
Na final B, os franceses Antoine Lefebvre e Chloe Briard (2.19,96) foram mais fortes do que a dupla do emblema figueirense (2.22,40) e ficou com a medalha de bronze.
O título mundial foi ganho pelos lituanos Dominykas Jancionis/Martyna Kazlauskaite, que foram batidos pela dupla lusitana na final do Europeu em que os navalistas foram campeões, e na 2.ª posição acabaram os norte-americanos Cristopher Bak/Sara Busse.
Recorde-se que, nos sub-19 masculinos, em CJM1x, Dinis Oliveira, também da Naval Remo, terminou o Mundial no 5.º posto e na competição de seniores femininos, em CW1x, Bruna Parente foi 9.ª classificada.
"Amanhã e sempre voltaremos a ser Patrícia e Afonso", afirmou Nelson Silva, presidente da Naval Remo
«A Patrícia e o Afonso estão entre as quatro melhores duplas do mundo e isto é um excelente resultado para a Naval, para a Figueira da Foz e para Portugal. Não há outra forma de dizer isto: os nossos atletas são mesmo especiais e mereciam mais pelo esforço e dedicação diária, colocando os treinos e as competições antes de tudo nas suas vidas», destacou Nelson Silva, presidente da Naval Remo, em declarações veiculadas pelo clube.
«Isto é apenas uma etapa num caminho que é longo e se hoje somos todos Patrícia e Afonso… amanhã e sempre voltaremos a ser Patrícia e Afonso, porque eles merecem todo o nosso apoio e a nossa admiração», acrescentou, ainda, o líder do clube numa mensagem de esperança no futuro da dupla que deverá estar nos Jogos Olímpicos de Los Angeles 2028 nesta que será uma modalidade que se estreará nas Olimpíadas












