
IPC conta com novas caras no alinhamento da direção
Os novos dirigentes da presidência do Instituto Politécnico de Coimbra (IPC) tomaram posse ontem na Escola Superior Agrária de Coimbra. A cerimónia contou com a intervenção de Cândida Malça, presidente do IPC.
Rui Manuel Pires Amaro é o novo vice-presidente para o Património e Infraestruturas. Enquanto António Manuel Rodrigues Carvalho dos Santos tomou posse como administrador dos Serviços de Ação Social.
A partir de ontem a pró-presidente para a área de Compliance e Cumprimento Normativo, Igualdade, Diversidade e Cidadania Inclusiva, Inovação e Empreendedorismo Social é Sónia Maria de Brito. Já Ricardo Manuel de Oliveira Moura Costa tornou-se pró-presidente para a área de Gestão das Infraestruturas Tecnológicas e Desenvolvimento de Tecnologias de Informação e Comunicação.
A presidente afirmou que «este é um momento de renovação, compromisso e confiança». Contando que «quando se iniciou funções encontrou-se dificuldades, devido a um panorama de desordem organizacional em várias áreas».
Para a docente, «é nos momentos que tudo parece mais difícil que se testa as convicções, a união e a competência de uma equipa, mas também se testa a compreensão, a solidariedade e o altruísmo dos chefes de divisão, dos coordenadores de serviço e dos colaboradores». Havendo esperança num «futuro diferente, construído com trabalho, dedicação, transparência e acima de tudo com o envolvimento de todos».
Rui Manuel Pires Amaro, António Manuel Rodrigues Carvalho dos Santos, Sónia Maria de Brito e Ricardo Manuel de Oliveira Moura Costa são as "novas caras"
Cândida Malça explica que «é com a intenção de arranjar soluções para os problemas encontrados que se entendeu ser indispensável criar uma vice-presidência para o património e infraestruturas». Complementando que «Rui Amaro terá um papel determinante na preparação de projetos sólidos, realistas e ambiciosos que nos permitam canalizar os fundos do Plano de Recuperação e Resiliência com eficácia, transparência e sentido estratégico».
«Outro pilar fundamental, que é importante revitalizar, é os Serviços de Ação Social», esclarece a presidente. Havendo a intenção que estes se «centrem na sua missão que é assegurar o bem estar dos estudantes».
A docente justifica que «também na área tecnológica houve a necessidade de fazer mais». Por isso, cabe ao Ricardo Moura « liderar o processo da transformação da instituição», visto que se há a intenção de crescer enquanto instituição «não se pode ficar para trás na modernização dos serviços e dos sistemas».
Por fim, a presidente tem a opinião que «não basta reorganizar o que já existe», e que é preciso «olhar para o futuro, inovando e abrindo a instituição à sociedade». Nesse sentido, é neste contexto que o papel de Sónia Brito ganha relevância». Para Cândida Malça, «esta função traduz uma visão moderna da missão do IPC de formar cidadãos completos, solidários e conscientes do seu papel no mundo».











