
Marcos Lisboa: “Uma pessoa brilhante” que fez da FEUC “casa”
«Único, especial, insubstituível». Assim era Marcos Lisboa nas palavras de Ana Isabel Santos, a coordenadora executiva da FEUC. Para as senhoras da limpeza, era alguém que «tinha uma forma especial de estar com os outros, sempre simples e humilde».
«Empenhado e generoso, exemplar e amigo», recordou-o José Duarte (Núcleo de Estudantes de Economia), enquanto o amigo Rafael partilhou um episódio recente demonstrativo que Marcos era aquela pessoa com que se podia contar nos bons e nos maus momentos.
Mas, era também o “Trindade”, do Coral Quecofónico do Cifrão. Jorge Brandão, um dos fundadores da tuna da FEUC, pouco conheceu o jovem estudante, mas, mal chegou à sua terra, não teve dúvidas de que partira alguém que tocou os corações de todos com quem privou. Em conversa com a mãe e a tia, no dia da despedida, ficou a saber como brilhou «em cada segundo» da sua vida, «em modo Clube dos Poetas Mortos».
Na atribuição do grau de licenciado a título póstumo ao filho, Alexandra Lisboa chora «os sonhos interrompidos» e a morte «de «uma pessoa brilhante» e com «uma descontração contagiante em tudo o que fazia».
O amor à instituição do jovem é algo que José Manuel Mendes, diretor da FEUC, não esquecerá.









