
Macas “presas” na urgência comprometem socorro
Seis macas ficaram hoje retidas «várias horas» nas urgências do Hospital Distrital da Figueira da Foz, comprometendo o socorro durante a manhã naquele concelho, disse Armindo Bertão, comandante dos Bombeiros Voluntários da Figueira da Foz ao Diário de Coimbra.
«Tivemos as ambulâncias paradas no hospital porque havia falta de macas», disse o comandante. Segundo o responsável da corporação chegaram a estar 11 ambulâncias de diversas corporações retidas pois a espera na urgência era de «cerca de quatro a cinco horas», acrescentou.
De acordo com Armindo Bertão, hoje verificou-se «um elevado fluxo de chamadas e havia muitas pessoas na urgência», mas as chamadas via 112 «não justificavam esta espera». Ora, uma vez que as macas e as ambulâncias estavam retidas no hospital houve momentos «em que não houve ambulâncias no quartel» dos Voluntários da Figueira da Foz.
Situação semelhante, acrescentou, aconteceu uma ou outra vez, no entanto, nada como hoje. «Que me recorde nunca houve nada como hoje, em que as até às 16h00 houve falta de macas».
O Diário de Coimbra tentou contactar o gabinete de comunicação do HDFF que respondeu há minutos.
«A retenção temporária de macas no Serviço de Urgência deveu-se ao fluxo elevado de utentes verificado na segunda-feira, o que é habitual neste dia da semana. A situação foi gerida de forma controlada», explicam.












