
Pacto para os plásticos reforça objetivos a atingir
Os 45 membros iniciais, que se juntaram em fevereiro de 2020, cresceram para os atuais 119 e também cresceu a vontade de trilhar um novo caminho, porque, hoje, mais do que uma opção, «a sustentabilidade é um imperativo» e o mundo do plástico, sem dúvida essencial à vida moderna, está sob observação intensa. O Pacto Português para os Plásticos é disso testemunho e ontem apresentou o último relatório, referente a 2023. Uma sessão que decorreu na Escola Superior Agrária de Coimbra, numa demonstração de que a ligação ao saber e à ciência é fundamental para a inovação e também que a formação é um fator essencial para mudar hábitos, em defesa dos recursos e das matérias-primas.
«Somos um grande família, que trabalha em conjunto», afirmou Patrícia Carvalho, coordenadora do Pacto Português para os Plásticos (PPP), que destacou a adesão de entidades públicas e privadas, escolas, empresas, retalhistas, entidades governamentais ao PPP, que promove «uma visão de economia circular para os plásticos, evitando que se convertam em resíduos, poluição». Um caminho que consagra cinco metas.
De acordo com o relatório, os membros do Pacto colocaram no mercado 99.877 toneladas de embalagens, o que representa um aumento de 3% relativamente a 2022 e 23% do total de embalagens colocadas no mercado. Destas, os plásticos rígidos representam 62% e as 32% são embalagens flexíveis.
Quanto à taxa de reciclagem de embalagens, 70% é o objetivo, a taxa nacional do país, e em 2023 cifrou-se em 39% (mais 2%)
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