
Enfermagem recebida de braços abertos pelo MCV
“Dura Praxis, Sed Praxis”. Este é o já conhecido “mote” da tradição Coimbrã no que toca à integração de novos alunos, à gíria utilizada para desígnios da Universidade de Coimbra (UC) e, de modo geral, toda a vivência académica da cidade.
Se durante muitos anos se trabalhou para “descentralizar” o Ensino Superior e as tradições ficaram dispersas, a união entre Escola Superior de Enfermagem de Coimbra (ESenfC) e a UC, fez agora da própria Praxe um exemplo de como se pode seguir em diante. Com um “acordo”, uma Concordata, assinada durante o final da tarde de ontem, sob os olhos do novo grupo “Senatus Praxis” (os Senadores eleitos de cada curso da Universidade de Coimbra), tornou-se oficial a integração “praxísitca” dos alunos da ESenfC, que se passam a reger pelo Código de Praxe da UC. Mesmo com uma “fusão” entre os lados, vai existir um esforço para se manter alguns detalhes únicos da ESenfC para que as suas características não se “dissipem”, mas sim, assimilem com as da UC, no prazo de cerca de quatro anos.
«O objetivo é haver uma adaptação gradual aos novos moldes», indica Matias Correia, dux veteranorum da UC. Naquilo que foi, revela, um trabalho “simbiótico” entre ambos, o caminho começa a traçar-se para se «centralizar» novamente as próprias tradições. «Queremos assinar aqui um acordo que une os dois lados naquilo que, no futuro, esperamos poder ser tratado como a “raiz” de Coimbra», no que à tradição diz respeito.
Do lado de enfermagem, João Mendes foi o representante escolhido, que defende o lado positivo da junção à Universidade de Coimbra, mesmo que vá ser «difícil». «O feedbakc está a ser positivo, muitos dos alunos, a nível de Praxe, já desejavam que isto acontecesse», o que facilitou o momento histórico para as instituições.











